Não peça a Deus para guiar seus passos se não estiver disposto a mover os seus pés.

Time,

Há quanto tempo não escrevo, cheio de saudades eu estava!

Hoje após algumas conversas com um grande amigo, me desafiei a pensar um pouco sobre como desistimos fácil das coisas. O quanto queremos algo e em cinco minutos ou na primeira dificuldade não queremos mais. O quanto achamos que investimentos em algo, mas quanto efetivamente será que nos doamos?

Li um trechinho de texto bem interessante que dizia que a gente sempre ama tudo e todo mundo, né? Ou quase. Na verdade a gente prefere amar tudo que não tome muito do nosso tempo. Eu amo um filme que daqui a duas horas e meia vai acabar. Amo um livro que vou poder fechar e dormir quando me der sono e voltar a ler quando – e se – sentir saudade. Amo uma meia dúzia de séries que duraram, no máximo, dez temporadas.

E como é difícil manter algo que se quer, afinal exige paciência, engolir sapo, abrir exceções, jantar com um mala de vez em quando, mas o mais importante: Querer que dê certo.

A questão é que as pessoas nem sempre estão dispostas a isso. Daí a gente se arrisca uma vez ou duas e quase consegue. Mas depois se conforma e desiste porque, no fundo, o que vale mesmo é a tentativa.

Li uma frase que dizia “A maior descoberta da vida é que qualquer ser humano pode mudar de vida, mudando de atitude”

Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar “minha vida”.

Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura.

No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.

Em meio as minhas conclusões eu espero que possamos dar valor as nossas vidas pela própria essência do simples fato de viver.

Que possamos de fato lutar e batalhar por tudo que acreditamos até o fim, que possamos superar os nossos limites, sem medo e vergonha de ser feliz.

Para fazer deste mundo um lugar feliz para se viver, comece a mudar a si próprio e não ao mundo

“No fim, não importa quantas vezes você respirou, mas quantos momentos o deixaram sem ar”

Pela lógica o besouro nem voaria .Mas acho que esqueceram de o avisar que é impossível.

E quebrando todas as leis de aerodinâmica, de tão ignorante, ele voa. A chave é até onde acreditar.

Ao invés de aguardarmos impacientemente pelo final de semana, é melhor arrumarmos uma vida da qual não precisamos fugir.

“Quem deixa de amar, é porque nunca amou de verdade…. Seja seu sonho ou seja a pessoa que você dizia amar”

Dê a quem você ama asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar.

Chorão já dizia: Só o amor constrói pontes indestrutíveis…

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Um abraço,

Rodrigo Silva, PMP